Metrô economiza R$ 2 mi com uso de Open Office
Qua, 17 de Fevereiro de 2010 19:12
Corporativo - Casos de sucesso
O Metrô de SP economiza 2 milhões de reais por ano apenas com uso de Open Office. Segundo Gustavo Mazzariol, gerente de TI do Metrô de São Paulo, a empresa de economia mista já utiliza mais de uma dúzia de software de código aberto e a tendência é que isso aumente ainda mais.
O software livre não é grátis e nem tem que ser. Mas a questão é que por meio dele eu posso compartilhar conhecimento com terceiros. Alguns dizem que software livre não tem qualidade, isso não é verdade
"Não somos só software livre. Temos uma rede corporativa rodando em Windows NT, migrando agora para (Windows) 2000. Usamos (banco de dados da IBM) DB2 no mainframe e Oracle na baixa plataforma. Mas também é preciso acreditar no software livre, trabalhar um pouco com o imponderável", declarou o executivo durante o IT Leaders Summit Governo, evento realizado no último final de semana pelo IDG Brasil e jornal COMPUTERWORLD.
Segundo o executivo, o Metrô gasta hoje mais de 3 milhões de reais apenas a limpeza da companhia, o que faz com que verbas direcionadas a área TI, por exemplo, tenha recursos cada vez mais escassos. "Os custos são crescentes e as verbas são minguantes, não tem jeito. Temos que aprender a controlar os gastos", declarou.
Ao expor seus desafios e metas no Metrô, Mazzariol apresentou algumas das razões que levam o Metrô a apostar cada vez mais em sistemas de código aberto. "O software livre não é grátis e nem tem que ser. Mas a questão é que por meio dele eu posso compartilhar conhecimento com terceiros. Alguns dizem que software livre não tem qualidade, isso não é verdade. Além do mais, é preciso lembrar que GNU/Linux é só um produto dentre tantos".
Entre os sistemas hoje utilizados pelo Metrô estão StarOffice, Samba, DNS, NTOP e Intellicad. "Usamos software livre em nosso serviços de e-mail. O gerenciamento de cada conta, que antes custava cerca de cem reais por mês, caiu para dois reais por mês", declarou o executivo.
Hoje o Metrô de São Paulo já utiliza GNU/Linux pesadamente em seus servidores. A meta agora é, segundo Mazzariol, o sofware livre para o desktop de todos os funcionários.
Fonte: IDG Now!
| Próximo > |
|---|